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Trilha Sonora: Patch Adams: O Amor é Contagioso (1998)

22 maio

Bom dia, pessoas queridas do SQP! Como estão por ai? Porque aqui estamos muito bem, como podem ver: endereço novinho em folha, mais curtinho, fácil de decorar… um luxo só! rsrsr. Estreando a nossa nova página com um filme baseado em fatos verídicos, indicado por nossa assídua expectadora @Nara_Aragao .

SINOPSE: Após uma tentativa de suicídio, Hunter “Patch” Adams, por conta própria, interna-se em um hospital psiquiátrico. Lá ele descobre que possui uma capacidade unica de ajudar os pacientes usando seu bom humor. Dois anos se passam e Patch começa a fazer medicina para colocar em prática sua forma excepcional de ajudar pessoas. Os alunos duvidavam de suas notas e julgam mal a forma com que Patch alegra os pacientes. Adams, então coloca em suas metas: transformar essa visão errônea de seus companheiros de salas, e mesmo do mundo, provando que o Amor é contagioso.

O filme tem um apelo significante, emocionante e conveniente aos corações duros. Com Robin Williams no papel principal, o tom pesado de filme conscientizador fica mais agradável e cômico, tornando a mensagem mais solúvel e gostosa. A imagem e os momentos de auto-observação presentes no Grand Movie é invejável, e o faz um ‘grande filme’. Embora, tenha duras críticas do Patch Adams original, de quem utilizaram a história, o longa continua sendo uma grande pedida pra sintonizar na Tv, com um chocolate quente e  um cobertor – ainda mais nesse friosinho! ^^

A trilha, que foi indicada pela academia do Oscar naquele ano, fica por conta do romântico Rod Stewart (minha mãe adora!^^) e o lendário mago  das cordas Eric Clapton. Espero que gostem e curtam a nossa nova fase Somqueprovoca! 

Rod Stewart – Faith in The Heart

Eric Clapton – Let it Rain

Good Vibes! *-*

Trilha Sonora: O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)

24 abr

Buenos dias muchachos!! Como estão? Preparados pra mais um Trilha Sonora? Eu estou, ainda mais pelo filme ter sido lançado no mesmo ano que o papai aqui nasceu!! *-*

Nosso filme de hoje é uma mega power produção, continuação do filme de 1984 de James Cameron (receberá mais destaque no final do post). Foi na época, uma das produções mais caras (primeira a custar mais de 100 milhões de doletas), mais ambiciosa (efeitos especiais jamais vistos) e mais bem-sucedida (arrecadou mais de 520 milhões das mesmas doletas). Sendo por muitos, uma das mais bem-feitas sequências de Hollywood: a revolução que propôs em seus efeitos especiais foi possível devido o pesado patrocínio da Pepsi, marketando em muitas cenas do filme.

SINOPSE: Após falhar na tentativa de matar Sarah, a Skynet manda um androide (T-1000) para matar John Connor (filho de Sarah, e quem no futuro comandará uma guerra contra os robôs); em contraposição, a resistência envia um modelo mais antigo e reprogramado (T-101, Arnold Schwarzenegger, que era o androide ruim no primeiro filme). A característica mais mortal do modelo T-1000 é o fato dele ser feito de metal liquido, podendo mudar de forma, além de ser bem mais dificil de destruí-lo.

Após resgatarem Sarah do manicômio em que passara algum tempo (desde que tivera o primeiro contato com os androides no primeiro filme), os 3 vão até um traficante de armas mexicano amigo de Sarah e se armam. Sarah rouba o carro e vai embora sozinha para a casa de Miles Dyson, futuro criador da Skynet. Embora tente, ela não consegue matá-lo. John e 101 chegam e revelam tudo a Dyson, e para provar que estão falando a verdade, T-101 arranca a pele de seu braço mostrando seu braço mecânico. Dyson então explica que a tecnologia que está sendo usada para criar a Skynet vem daquele tipo de braço (do robô que tentou matar Sarah no filme anterior).

Os 4 vão até o laboratorio e abrem o cofre pegando o braço e o chip, além de armarem explosivos por todo o laboratório. T-1000 aparece e vai atrás dos 3, que fogem para uma refinaria de aço. T-1000 se transforma em Sarah e vai atrás de John, mas a Sarah verdadeira aparece e o fuzila, fazendo com que ele vá cada vez mais para trás para um poço de metal derretido, e quando falta apenas um tiro para derrubá-lo, a munição acaba, contudo, nesse exato momento, T-101 dispara o último tiro que tinha, fazendo T-1000 cair no poço, derretendo. John joga o braço no poço e T-101 desce para dentro do poço também, a fim de destruir qualquer tipo de tecnologia que possa ser utilizada para a criação da Skynet. Aparentemente o futuro estava salvo.

James Cameron:

-Primeiro cineasta a produzir e dirigir um filme com investimento superior a 100 milhões de dólares

-Produziu Titanic (orçamento de 200 milhões e 11 Oscars); Alien: O Resgate (2 Oscars), Avatar ( a maior bilheteria de todos os tempos, faturou mais de 2 bi de dólares); Rambo

-O cara é bom ^^

A trilha do filme fica por conta dos “sujos” do Guns ‘N Roses, com “You Could Be Mine” que torna o filme ainda mais Heavy e eterno. Mesmo com todas esses estereótipos de filminho comercial, O Exterminador do Futuro 2 conseguiu arrancar da academia 4 estatuetas do Oscar. Não é pra qualquer um né!!! ^^

Fiquem com a versão de Guns ‘N Roses, com “You Could Be Mine”

Good Vibes!!!*-*

Trilha Sonora: Young Guns II – Jovens Demais Para Morrer (1990)

17 abr

Olá pessoas! Como estão?!! O post do Trilha vai fazer uma homenagem aos clássicos de “bang bang”, com o Young Guns II, um filme não muito antigo, porém que não deve em nada aos grandes da década de 60/70. Gosto muito dele por possuir personagens fantásticos e atores muito bons, que consagram a boa idéia do longa.

SINOPSE: O renomado e perigoso Billy “The Kid” (Emilio Estevez) e seu bando de criminosos continuam rondando o Velho Oeste com as autoridades em seu encalço. Quando “Doc” Scurlock (Kiefer Sutherland) e Chavez (Lou Diamond Phillips) são presos, Billy precisa arrumar um jeito de salvá-los. Na fuga, o bando acaba se refugiando no sul do México. Irritado com mais uma malandragem de “Kid”, John S. Chisum (James Coburn) decide contratar Pat Barrett (William L. Petersen), um antigo companheiro de Billy, para acabar com sua raça.

Com o Kiefer e o Emílio Esteves o filme já toma feições atrativas, são atores que prendem as pessoas por suas atuações

muito características. Além disso, claro, a trilha do filme é “gigante”, todas as canções foram feitas especialmente para ele, por nada mais, nada menos que Jon Bon Jovi. Ele contou com ajuda de alguns companheiros, como o baterista Kenny Aronoff e o guitarrista Jeff Beck (cara que tomou lugar de Eric Clapton depois de sua saída do The Yardbirds).

Nesse caso, a música que provocou essa minha postagem é a “Blaze of Glory” do Bon Jovi, que foi indicada a Melhor Canção, pelo Oscar e ganhou o Globo de Ouro, na mesma categoria. Ela traz de volta aquele ar de forasteiro, pistoleiros, Saloons … toda a vibe dos filmes de tiroteio; ela é incrível e merece sua atenção. Espero que curtam

Cliquem na imagem e curtam o vídeo de Blaze of Glory!!  😛

Good Vibes!! *-*

Trilha Sonora: O Som do Coração (August Rush) (2007)

3 abr

Bom dia people, nosso Trilha de hoje vem de uma bela indicação do Gustavo Rabelo (Andarilho), que me mandou uns vídeos do filme O Som do Coração. Dei uma verificada, uma pesquisada e achei bem interessante e, além disso, achei que gostariam de partilhar comigo essa experiência.

SINOPSE: Evan é um garoto que foi criado num orfanato, ele é o resultado da paixão entre a violoncelista Lyla e o roqueiro Louis, que acabaram se separando devido as constantes investidas do pai de Lyla, desgostoso com o par de sua filha. Ambos seguiram caminhos distintos, sem mesmo atinarem se seu filho, Evan, estava bem. O garotinho, não deixando o sonho de reencontrar seus pais morrer, foge do orfanato, indo para Nova Iorque, onde, sondado por sua excelência musical e genialidade, recebe a ajuda do “Mago”, um empresário das calçadas de Nova Iorque.

Bom, ainda não tive oportunidade de assistir ao filme, contudo pela sinopse e pelos comentários, avaliações e demais especulações, acredito ser um filme de muita qualidade. A temática é boa, as músicas sem prescrição negativa, atores de renome como Robin Williams (vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por Gênio Indomável), Jonathan Rhys Meyers (da minissérie Elvis, onde interpreta o próprio Elvis Presley) e o jovem Freddie Highmore (do remake A Fantástica Fábrica de Chocolate). Enfim, a dica fica pra vocês fascinados por filmes e mais do que isso, desvairados por música.

Desculpem, mais uma vez, mas o vídeo a seguir só é possível ser assistido diretamente pelo Youtube, devido tramites autorais, portanto, dêem um duplo clique na telinha, vale a pena ^^

Garotinho Evan tocando de uma forma bem peculiar.


Good Vibes!!*-*

Trilha Sonora: Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987)

20 mar

Bom, pessoal! Hoje teremos um dos posts mais dançantes de todo o Trilha. Novamente um longa de 87 (acho que sou inconscientemente viciado por filmes desse ano ^^), temos como protagonistas Jennifer Grey (como Baby) e Patrick Swayze (como Johnny).

SINOPSE: Baby está de férias com sua rica família num resort. Certo dia, passeando pelos arredoresdo local, encontra um lugar onde os funcionários passam seu tempo de folga para se divertir, principalmente através da dança. Com o passar do tempo e após sua assiduidade no recanto dos funcionários, Baby fica loucamente apaixonada por Johnny, o instrutor de dança. Quando a parceira de dança de Johnny engravida (diversas pessoas duvidam dele) ela é obrigada a largar a carreira por uns tempos; deixando ao cargo de Baby ser sua substituta num concurso de dança promovido pelo resort. Contudo, o pai de Baby não gosta nada da idéia, já que tem ferrenhas dúvidas em relação à moral de Johnny (além de acreditar ser ele o pai do filho de sua ex-parceira de dança, pensa ter ele pedido para que abortasse).

CURIOSIDADES:

– Venceu o Óscar de Melhor Canção Original: (I’ve Had) The Time of My Life

-As cores das roupas do casal protagonista são, propositalmente, contrastantes; enquanto Baby veste roupas de cores leves e alegres, Johnny veste sempre preto ou cores escuras.

-O orçamento de Dirty Dancing foi de apenas seis milhões de dólares.

Billy Zane e Val Kilmer foram cotados para o papel de Johnny Castle, porém Kilmer declinou e Zane não dançava muito bem.

Mesmo sendo um filme leve e sem muito impacto intelecto/social, ele tem seus grandes momentos; ninguém que já

tenha assistido ao filme pode se esquecer da cena final, onde os dois protagonistas trocam passes de dança, de forma sensual e coordenada; com direito a improvisações, quando no auge de (I’ve Had) The Time of My Life Baby salta sobre os braços de Johnny (cena que eternizou o filme).

E pros familiarizados e que adorariam ouvir essa bela canção com mais frequência, segue o link para baixá-la, rapidinho!^^

Acho que nem preciso dizer qual vídeo está ai em baixo neh?^^ (por motivo de restrições, o vídeo só será visível diretamente do Youtube. Desculpe!)

Good Vibes! *-*