Arquivo | setembro, 2009

Eles estão de volta!

23 set

Por Sammy Eduardo

Dolores O’Riordan, Noel Hogan, Mike Hogan e Fergal Lawle

Dolores O’Riordan, Noel Hogan, Mike Hogan e Fergal Lawler

Separados desde 2003, os irlandeses do The Cranberries estão de volta. O grupo liderado pela cantora Dolores O`Riordan fará uma turnê pelos Eua em novembro.“Ao longo dos anos, cada integrante da banda teve muito tempo para trabalhar em diferentes projetos e aprender muito em suas respectivas carreiras solo”, afirmou Noel Hogan, o baixista. “Agora é a hora certa do The Cranberries voltar com tudo e seguir em frente”, completou ele.

Com sucessos como: Linger, Animal instinct, Analise, You & Me, Ode to my family, Zombie, Stars e entre outras, a banda promete aos fãs voltar com tudo nesta turnê. Eles preparam também uma turnê européia em 2010. O público agradece! É o retorno de uma das melhores bandas da década de 90, e os brasileiros esperam que a nova turnê passe também por aqui.

Clipe: The Cranberries – Promises

Anúncios

Sugar Kane: O último dos Undergrounds.

19 set

1251144127289_f

É assim que podemos chamar a banda Sugar Kane que está na cena desde 1997, uma das únicas bandas que não se deixou levar pela nova moda “colorida”. Neste dia 19 será lançado o novo cd de trabalho da banda “A Maquina que Sonhava Colorido” que vem recheado de músicas com aquele velho tom de revolução e conceitos jovens que marcavam a cena antigamente.

A cena atual mostra que a grande revolução é manter a tradição.

Comunidade

Fotolog

Myspace

Twitter

Youtube

We Are Animals!

16 set

Por Alessandro Martins.

Pessoas que gostam de rock, geralmente não gostam de todas suas divisões. O mesmo estilo de música dividido por nomes e eu não sei nem metade deles.

Mas negar que os ingleses do Pink Floyd são únicos em todo esse meio é besteira. Quem não os conhece? A supremacia “Floydiana” é demonstrada no albúm “Animals”.

Este álbum conceitual, se destaca nas críticas sociais feitas em todas as músicas centrais do álbum, começando pelo nome das mesmas. Dogs, em português, cachorros, para classificar os megalomaniacos. Pigs (porcos) são os políticos corruptos e moralistas e Sheeps (ovelhas) são os que nao tem idéia própria e acabam por seguir o líder.

E tudo isso sem perder o velho estilo progressivo com faixas de mais de 10 minutos (as três que citei acima tem mais de dez minutos). Na época, 1977, R0ger Waters ainda era vocalista da banda, mostrando que mesmo sendo um cabeça dura, seu talento para a composição é inegável e intocável.

A foto na capa do CD foi tirada em frente a uma usina termeletrica no bairro de Battersea, Londres. Se voce acha que para uma obra de arte como essa, a capa é muito sem graça, lembre-se sempre daquele velho e chato ditado de nunca julgar um livro pela capa.

Musicas

Pigs On The Wing (I) e Pigs On The Wing (II) –    As duas musicas possuem um estilo mais suave de se escutar, não o que geralmente te chamariam de louco por estar ouvindo (ou de velho, no caso de Floyd). O que Waters quis passar na letra de ‘Pigs On The Wing’ é que quando duas pessoas se amam, elas podem superar os problemas que são mostrados nas outras faixas.

Dogs – Minha música favorita do CD. Aquele tipo de som que começa de uma maneira e acaba de forma completamente diferente. Aliás, o interessante, é que em uma música de 17 minutos, seu primeiro,  de quatro solos começa a ser tocado aos 1:50.

Pigs –  Quando ouvi ‘Animals’ pela primeira vez, achei esta a melhor musica. Apesar de mudar de opinião depois, ela merece sim muito destaque. A letra é afiada, a melhor do álbum, fora o baixo, que é sensacional.

Sheeps – Dentre as três centrais, a que eu menos gosto e que acho mais ‘pesada’. Mas gosto muito do teclado na  introdução desta música, aliás, Rick Wright foi um tecladista genial, suas impressões digitais estão ao longo de toda carreira do Floyd.

Enfim, “Animals” nao é um CD para você baixar pela internet e ouvir enquanto faz outra coisa. É o CD que você compra e mostra pros amigos (apesar de minha lista de amigos que curtem Floyd ainda nao ter saido do zero) como se fosse um carrinho novo nos tempos de criança. Se eu fosse classificar, esse carrinho seria uma Ferrari!